sábado, 6 de novembro de 2010

Hoje dei por mim a passear por alguns blog divaguei sobre varios textos de diferentes pessoas. Senti saudades do tempo em que escrever para "aqui" fazia mais sentido...as vezes apetece-me apagar isto mas (in)felizmente sempre fui pegada a tudo o que me dao neste caso aos comentarios que ao longo destes meses me fizeram sorrir, reflectir, recordar, viver e reviver etc. Se houver alguém que passe por aqui e veja isto um pouco parado tenho a dizer que a minha ligaçao com a escrita e com este tipo de coisas se alterou um pouco. Cada vez escrevo menos...(bem...as vezes a fonte seca) mas ha dias em que preciso afastar-me para depois compreender certos aspectos que dantes nao dava conta. Escrevo de facto com menos frquencia mas só espero nao deixar de o fazer porque sinto que isso seria de algum modo faltar ao respeito a certas pessoas e a mim mesma e porque quero sempre sentir a necessidade de criar uns textos, umas frases bonitas ou feias,com ou sem sentido.
Porque estou a escrever as 4 da manha uma coisa destas??? Apenas por necessidade...

Um beijo Cátia.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


que bom sentir o mar tão calmo, cada vez mais especial.
o nosso lugar encantado faz-me esquecer que existe o mundo com pessoas que nos querem mal, que nos querem bem, com pessoas que simplesmente existem, esqueço me do sentido da vida, e da vida sem sentido.
Ah... o dia que se torna noite, o sol que de mansinho foge do horizonte e sem dar conta aparece a lua brilhante que traz consigo algumas estrelas :) tão bonito o nosso lugar, que só nosso o é... Amo-te

segunda-feira, 1 de março de 2010

O mar fala-me de ti

O mar ainda me fala de ti. Naquela tarde de Outubro o sol caiu sob os nossos olhos e escondeu-se por detrás da linha do mar, o horizonte. Estava tudo calmo e bonito. Encosta mo-nos a uma rocha que descemos a sorrir, deste-me a mão para eu não cair. O nosso amor era real como aquele mar da Figueira da Foz.
A noite caiu sem darmos conta, a lua brilhava e o céu estava carregado de estrelas. Cantamos canções, escutamos o silêncio, demo-nos aos abraços, deste-me os teus beijos, falamos sobre nós. O vento empurrava o teu cabelo contra o meu rosto alegre, os teus lábios subiram marés dentro de mim e a brisa tinha um ar romântico.
Numa noite de Fevereiro tombei o meu barco, o mar não me trouxe ao nosso cais talvez tenha sido eu quem afundou a nossa história, esqueci-me de lhe dizer que te amava. Perdemos o norte e tu navegas sem rumo,
Faz frio, estive na Figueira há uns dias e passei pelo nosso cais, o mar estava agitado, assim como o vento gelado que tencionava cortar-me a respiração, perdi-me longe de ti… “mas ele sabe que fui, quem dele se perdeu, assim que te perdi…”.

Cátia Castanheira